Mimi Reinhard, de 92 anos, trabalhou durante três anos para Schindler, industrial que salvou vários judeus da perseguição nazista ao contratá-los para sua empresa e cuja história inspirou o premiado filme "A Lista de Schindler
A secretária aposentada, austríaca de nascença, tinha sido contratada pelo industrial e seu sócio Isaac Stern quando trabalhava como tradutora de alemão nos escritórios de um campo nazista na Polônia, em 1942.
Os judeus que sobreviveram ao nazismo graças a Schindler, que, por lei, podia servir-se deles como "mão-de-obra vital" para sua empresa, eram mantidos no gueto da Cracóvia, na Polônia.
"Eu escrevia à máquina os pedidos que (Schindler) apresentava às autoridades nazistas, entre estes as listas de trabalhadores de que precisava para a empresa", declarou Reinhard, que perdeu seu primeiro marido, polonês, durante o holocausto.
Pouco após o fim da II Guerra, Reinhard viajou para a cidade de Tânger, no Marrocos
Sacha migrou há 30 anos para Israel, onde sua mãe desembarcará esta semana vindo de Nova York.
Reinhard viverá num asilo da cidade de Herzliya, ao norte de Tel Aviv.














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